segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DISTRITO DE PORTALEGRE ESTÀ FICANDO MAGRO

A 16/11/2011, o jornal Alto Alentejo, sua pág. 2, diz que a população de Tolosa encheu o edifício da Casa do Povo, dando corpo a um grande protesto.
O blogue “Escrito no Gavião” não se encontrava lá.

Olhando ele para a fotografia lá colocada, a sensação lhe fica em terras da Comenda ao lado seu, o grande Salão da graciosa Tolosa o mesmo pelas costuras rebenta, e ela, a Tolosa, ela disse mais que não e a até a dizer que já chega em terra sua e a negar um adeus ao passado seu e povo, ela lhe bateu com o pé e lhe diz que não em uma união total que não é vista na zona ou se calhar em este Alentejo a ficar tão despido em uma natureza morta e tão deserto e a aumentar cada vez mais de ano para ano.
Fogo lá uma chiba que não é branca nem preta, se calhar a tipa terra é de um cinzento carregado com uns flocos de um preto mais que muita negro e o astro rei realeza Sol, o maroto parece que foi para outras bandas e os seus raios luminosos não a trespassa pois a ela não a lhe acha o seu devido encanto…

Mas voltando e entrando ao referido semanário, o Alto Alentejo, ele continua e diz que no mesmo, Ana Fortunato, leu um documento redigido pela Junta e que será enviado à Câmara e Assembleia Municipal de Nisa, à ANAFRE, ao Governo e à Assembleia da Republica, e o blogue, “Alentejo no Norte” o transcreve com todo o orgulho: 
«A nossa freguesia orgulha-se de ter uma taxa de desemprego muito perto de zero. Emprega não só, os naturais da Freguesia como também emigrantes e população das freguesias vizinhas.

Ao nível do concelho somos a freguesia que mais contribui em termos de impostos, temos uma dinâmica económica de excepção», refere o documento – assim transcreve o referido jornal – que lista ainda «o papel preponderante da Junta», principalmente no apoio que presta à população, associações, empresas e instituições.
Ainda de acordo com o documento lido por Ana Fortunato, a Junta de Freguesia «esmera-se por prestar um serviço público de alta qualidade, quer seja no período de expediente, ou fora deste. Qualquer elemento da Junta, seja do seu executivo, ou mesmo no que se refere ao pessoal administrativo, dá apoio a qualquer nível, a qualquer pessoa que necessite, seja qual for o assunto.

Aquilo que a Junta faz é prestar um serviço público, um serviço de humanidade.
A Junta é o parente adaptado, por parte dos residentes, que por força das circunstâncias da vida, não têm presentes na freguesia familiares, que os possam apoiar nestes pequenos afazeres do dia-a-dia».

Lembrando que a verba despendida no Orçamento de Estado para as freguesias é 0,1 por cento, a autarquia, na missiva que redigiu, defende ainda que é 100 por cento indispensável aos tolosanos.
No final da missiva – o jornal Alto Alentejo termina a notícia – pode ler-se ainda que, embora os habitantes de Tolosa sejam apelidados de cucos, não querem «pôr os ovos no ninho dos outros e apenas no nosso» e que, por essa razão, a Junta de Freguesia «é para manter hoje e sempre.»

Confessa quem aqui vem postando que gostou muito.
Não sabe se por a edil em funções na Câmara de Nisa ela estar presente, ela estar com o seu povo e no meio do seu povo - ele assim vos diga - que isto de ser presidente de Câmara Municipal muitas vezes se esquecem – alguns -  que existem outras freguesias, para lá da sede do concelho, ou uma mobilização muito conseguida ou lá as duas situações que olhando a referida fotografia este blogue muito gostou e lhe entrou assim muita também em o gosto o seu com um sabor a novidade a lhe encher o peito e parece que voou…

Olhando a de Alagoa, que também já se começou a se movimentar, o assunto parece que não teve a mesma adesão por parte da sua população e por alguém de direito – pelo menos a esta terra de Comenda ainda não se apanhou nada ou que conste o contrário – e a de Gáfete parece que continua numa grande zona de conforto e até agora não diz nada a cavaco.
A de Monte da Pedra, ontem teve um plenário com o seu presidente da Câmara Municipal do Crato. Ao que consta, a dita vai fazer um abaixo-assinado – ou pensa o blogue em opinião sua, apenas um referendo - para decidir onde vai ser incorporada e fundida.

Se calhar, este edil, o do Crato, ele também já esteve na de Gáfete, pois a mesma também lhe pertence. É este concelho com o de Nisa, os que saiem mais afectados com a perda de freguesias no distrito de Portalegre.
Um vizinho a viver no Monte da Pedra diz que a de Gáfete não acaba. Mas o jornal Alto Alentejo diz que acaba… Não se sabe meu amigos, o abaixo-assinado ou seja lá o referendo, a opinião do vizinho, aqui no triângulo da campina, em terras da Comenda, é para se saber onde fica a pertencer esta Monte da Pedra, se a Aldeia da Mata ou se a esta de Gáfete.

A esta Tolosa, a esta graciosa Tolosa, espera-se que fique e continue de pedra e cal. Uma terra com a pujança económica que tem, a sua força, um passado que no seu foral os homens parece que eram dados como livres, ao ser obrigada a ser desmembrada, a lei parece que não é justa e não foi assim muito bem feita a coisa..
Vai a ANAFRE fazer o seu Congresso de Freguesias do distrito de Portalegre em finais de Janeiro do próximo ano.

Este blogue desde já, lhe deseja desde já muito boa sorte e muito um bom sucesso muita grande.
Espera-se, todas elas, as que formam o distrito de Portalegre, elas estejam presentes, todas estas freguesias aqui de Portalegre. É que este último Congresso que realizou, metade das freguesias é que compareceu ao mesmo e a uma chamada da ANAFRE, em Portalegre, e foi no II Congresso.

Não se sabe se todas vão comparecer.
Não se sabe quais as deliberações que o mesmo vai tomar. Numa primeira opinião, o Congresso devia ser realizado mais cedo. Está muito em cima do prazo que é dado pelo Governo.

Espera-se que saia uma solidariedade entre ambas e uma luta por todas e por todos os municípios deste distrito, e não só vinte e duas em oitenta e seis ou sete concelhos em quinze. A luta certamente que é de todos e não só quem tem os problemas em casa, na defesa deste Alentejo se vos diga…
E depois que se lhe diga que é uma política de proximidade e que a culpa é da nobre Lisboa.

É este distrito de Portalegre e o de Bragança, a desaparecer do mapa do meu país…

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

JOSÉ ADRIANO PEQUITO REBELO

José Adriano Pequito Rebelo nasceu a 21 de Maio de 1892 na vila de Gavião.

Foi
José Adriano Pequito Rebelo nasceu a 21 de Maio de 1892 na vila de Gavião.

Foi uma vida dedicada em parte ao trabalho agrícola e foi uma vida dedicada a uma actividade política muito intensa.

José Adriano Pequito Rebelo foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano e foi o mais entrenhado e do mais radicado, o ardente e o mais irrequieto, o defensor maior de uma causa monárquica.

Não deixa de ser daquelas coisas um sonho se tem, um sonho se acredita, uma vida inteira a lutar por ele.

Foi um aventureiro a correr sempre na busca da aventura, a defesa do que acreditava. Não teve medo. Acreditou sempre na sua causa.

O erro seu, o dos seus companheiros também, de quem o aconpanhava, foi o querer uma monarquia absoluta. O Rei, até o próprio Rei, a idéia, contra a idéia se opunha.

Na Universidade de Coimbra se formou em direito...

José Adriano Pequito Rebelo, tomou parte, fez parte, integrou o Corpo Expedicionário Português, na 1.ª Guerra Mundial. Possuidor de uma coragem física, participou na Revolta Monárquica de Monsanto em 1918. Foi atingido...

Foi atingido em Monsanto.

Durante meses, alguns meses, a sua vida, a sua existência parece que esteve em muito perigo, a quase a ir-se.

Recuperou.

Foi julgado.

No tribunal foi absolvido.

O seu defensor, um adversário político, Ezequiel de Campos.

No tribunal, este, Ezequiel de Campos, ao tribunal pediu a absolvição do Réu.

Nele, Ezequiel de Campos, no tribunal afirmou "ser de considerar o esforço de modernização e investigação agrícola, que no campo cerealífero (mais concretamente na cultura do trigo), Pequito Rebelo desenvolvia e que estava a dar ao país inúmeros benefícios".

José Adriano Pequito Rebelo participou também na Guerra Civil de Espanha. Nela, foi aviador, aviador com a sua avioneta, a sua Passarola, ao lado das tropas do General Franco.

Em 1949 candidatou-se a deputado. Candidatou-se a deputado por uma lista de independentes no distrito de Portalegre. Foi alvo de críticas, por parte da União Nacional, o partido - suporte do Salazarismo.

Em 1961, em Angola, colocou-se ao lado das tropas portuguesas que procuravam preservar o território perante a investida do movimento anti-colonial que despertava para a independência e luta independentista.

José Adriano Pequito Rebelo, deixou uma obra significativa, no campo da investigação agrária, no campo da problemática política. A política - se diga lá - em que procura participar activamente.

Polemista.

Interessou-se pela realização de alguns jornais - "A MONARQUIA" e a "NAÇÃO PORTUGUESA" - financiando as publicações. Escrevia nelas, a sua escrita era num estilo muito vivo e muito contundente. Muitos dos seus trabalhos acabaram por ser publicados em livro.

Devido aos seus conhecimentos, representou Portugal na Comissão Permanente do Instituto Internacional de Agricultura e em inúmeros congressos da Europa e da América.

Em 1933, fez também parte, da delegação portuguesa enviada à Conferência Económica de Londres.

25 de Abril de 1974.

Após o 25 de Abril de 1974, permaneceu num combate por vezes virulento nas páginas dos jornais conservadores.

Foi contra.

Sempre se debateu contra a reforma agrária.

A sua descordância, a sua descordância também manifestou ao rumo que a vida portuguesa levava após a Revolução Democrática.

Das condecorações que recebeu, a mais alta, ORDEM MILITAR DE TORRE E ESPADA...

É este agricultor - inventor do método integrado da produção de trigo, que tanto êxito teve em Itália este escritor (ou político - escritor), em Lisboa morreu.

Tinha noventa anos.

Foi a enterrar em Anadia.
uma vida dedicada em parte ao trabalho agrícola e foi uma vida dedicada a uma actividade política muito intensa.

José Adriano Pequito Rebelo foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano e foi o mais entrenhado e do mais radicado, o ardente e o mais irrequieto, o defensor maior de uma causa monárquica.

Não deixa de ser daquelas coisas um sonho se tem, um sonho se acredita, uma vida inteira a lutar por ele.

Foi um aventureiro a correr sempre na busca da aventura, a defesa do que acreditava. Não teve medo. Acreditou sempre na sua causa.

O erro seu, o dos seus companheiros também, de quem o aconpanhava, foi o querer uma monarquia absoluta. O Rei, até o próprio Rei, a idéia, contra a idéia se opunha.

Na Universidade de Coimbra se formou em direito...

José Adriano Pequito Rebelo, tomou parte, fez parte, integrou o Corpo Expedicionário Português, na 1.ª Guerra Mundial. Possuidor de uma coragem física, participou na Revolta Monárquica de Monsanto em 1918. Foi atingido...

Foi atingido em Monsanto.

Durante meses, alguns meses, a sua vida, a sua existência parece que esteve em muito perigo, a quase a ir-se.

Recuperou.

Foi julgado.

No tribunal foi absolvido.

O seu defensor, um adversário político, Ezequiel de Campos.

No tribunal, este, Ezequiel de Campos, ao tribunal pediu a absolvição do Réu.

Nele, Ezequiel de Campos, no tribunal afirmou "ser de considerar o esforço de modernização e investigação agrícola, que no campo cerealífero (mais concretamente na cultura do trigo), Pequito Rebelo desenvolvia e que estava a dar ao país inúmeros benefícios".

José Adriano Pequito Rebelo participou também na Guerra Civil de Espanha. Nela, foi aviador, aviador com a sua avioneta, a sua Passarola, ao lado das tropas do General Franco.

Em 1949 candidatou-se a deputado. Candidatou-se a deputado por uma lista de independentes no distrito de Portalegre. Foi alvo de críticas, por parte da União Nacional, o partido - suporte do Salazarismo.

Em 1961, em Angola, colocou-se ao lado das tropas portuguesas que procuravam preservar o território perante a investida do movimento anti-colonial que despertava para a independência e luta independentista.

José Adriano Pequito Rebelo, deixou uma obra significativa, no campo da investigação agrária, no campo da problemática política. A política - se diga lá - em que procura participar activamente.

Polemista.

Interessou-se pela realização de alguns jornais - "A MONARQUIA" e a "NAÇÃO PORTUGUESA" - financiando as publicações. Escrevia nelas, a sua escrita era num estilo muito vivo e muito contundente. Muitos dos seus trabalhos acabaram por ser publicados em livro.

Devido aos seus conhecimentos, representou Portugal na Comissão Permanente do Instituto Internacional de Agricultura e em inúmeros congressos da Europa e da América.

Em 1933, fez também parte, da delegação portuguesa enviada à Conferência Económica de Londres.

25 de Abril de 1974.

Após o 25 de Abril de 1974, permaneceu num combate por vezes virulento nas páginas dos jornais conservadores.

Foi contra.

Sempre se debateu contra a reforma agrária.

A sua descordância, a sua descordância também manifestou ao rumo que a vida portuguesa levava após a Revolução Democrática.

Das condecorações que recebeu, a mais alta, ORDEM MILITAR DE TORRE E ESPADA...

É este agricultor - inventor do método integrado da produção de trigo, que tanto êxito teve em Itália este escritor (ou político - escritor), em Lisboa morreu.

Tinha noventa anos.

Foi a enterrar em Anadia.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A CAPELA DE VILAR DA MÓ

De traça seiscentista, é um imóvel de pequenas dimensões, sóbrio, sem mais ornamentos do que o campanário que se ergue na frontaria. É dedicada a S. João Evangelista.

Nos anos quarenta, na sequência das obras de restauro, foram encontradas duas aras: uma sem referir a divindade, e a outra dedicada ao deus Banda Picius. Este facto originou a hipótese da capela se erguer sobre um local de culto muito mais remoto, que foi assim cristanizado.


Mais uma vez os marotos, o Rogério Pires Carvalho e João Luís Carvalho, lhe estiveram a chatear a cabeça, para ele acabar o registo da sua "Contribuição para a carta arqueológica da freguesia de Belver".

Na sua pequena conversa lhe estiveram dizendo "Este trabalho não pretende ser um estudo completo e exaustivo, muito longe disso, mais não é do que um acervo das informações de que presentemente dispomos e que representam um ano de investigação e trabalho.


Só o estudo das diferentes estações arqueológicas, aqui referidas, poderá adiantar novos elementos para um melhor conhecimento do passado desta região, de profundos contrastes que é afinal o Tejo.


Integrada nesta área geográfica, a freguesia de Belver regista níveis de povoamento mais ou menos intensos, evidenciando estratégias de ocupações diferenciadas e diferentes, consoante as diferentes épocas a que se reportam.

Para preservar estes registos, que ignorância ou incúrias por vezes irremediavelmente detroem, julgamos ser urgente um trabalho sistemático e criterioso, tendente à elaboração de uma Carta Arqueológica local."


Mas carta, linda carta a sua, lhe trazei boas notícias da sua amada, e, mas onde anda ela que deve de andar desvairada...


Que marota, se esqueceu. Esqueceu, não corresponde a um amor tão ardente a ela. Que apoia a cultura. Só lhe dá o sabão... Ou lá o chá das cinco. O chá não tem bolinho...

Jordano`s

QUE DIFERENÇA ABISMAL

Charneca!
Pela agreste que nos ouvidos, soa plena de aridez e de rudeza.
Lembra a secura da Planície.
A amargura insipidez de tanto quadro semelhante.


Charneca!
Charneca lembra a terra dura.


O campo ressequido ao sol ardente.
A campina a desbroar-se em ermo e solidão.


Charneca!
Lembra o silêncio perturbador do descampado.
O pavor da distância indefinida.
A monotonia da planura sem fim.


Charneca!
Lembra a natureza impregnada de mistério,
criando em nós a magia da amplidão a da quietude.


Charneca!
Lembra a vastidão do mar. A turva imensidão do mar!
Mar a que não faltam ondas,
quando a ventania corre, à deriva, pelas searas.


Charneca!
Lembra a aspereza dos cenários.
Rudes cenários, em que, fatidicamente,
mourejam tantas almas simples -
- gente que tem a vida na vida da própria terra.


Charneca!
Lembra a alma impressionante dos "montes",
habitações qgachadas, espalmadas nas Planície!
Casas pequenas, onde, à noitinha ,
se recolhem famílias que labutam,
uma vida inreira,
nos campos incomensuráveis.


Charneca!
Lembra o suplícido do arvoredo.
A dor marcada nos retorcidos troncos dos místicos sobreiros.
Solitários monges da Charneca!
Monges martirizados que parecem fitar,
de braços entrelaçados e resignados,
a curva azul do céu,
- "gritando a Deus - como diria Florbela -
a bênção de uma fonte!"


Charneca!
Lembra o olhar infinitamente nostálgico
e extático dos bois.


O olhar lânguido e mormo que eles entornam
pelas imensas várzeas ondulantes.


Charneca!
Lembra os montados. as manadas. Os rebanhos.
Lembra os pobres ganadeiros
que vêm nascer e morrer
gerações de animais
que se habituaram a estimar
HOMENS que se esquecem de tudo à sua volta,
dos dias da semana como os meses do ano,
sabendo apenas em que altura cai
o S. Miguel ou o S. Mateus,
porque o patrão lhes dará um fato novo..................


in "NOGUEIRA  -  HÁ VIDA na CHARNECA"  - 1956

Que gosta muito deste poema. Livro do Reverendo Nogueira o marcou muito.
Não sabe se as gentes deste Concelho de Gavião, este Município de Gavião, as células do seu corpo elas já pudessem ter entrado no século da luzes da Europa.
Fica com a sensação em cada dia que passa, o seu comportamento ele ainda continua a ser uma cultura agrícola e campal nos dias estes que lhe vão correndo na urbe cá do sítio. Não é uma biblioteca nele, agora, que parece que vai mudar as coisas. É um atraso de quarenta anos. Os outros já chegaram à Lua. Este PS no Gavião, agora é que parece que ainda está abrindo as portas do foguetão. Que diferença abismal. Uns lhe são filho da mãe e outros lhe são enteados. E tão mal que este comportamento fez a alguém...

Jordano`s

terça-feira, 23 de agosto de 2011

NÃO COLA

Mas é grande esta Matriz do povoado. É a Matriz do povoado bela é única como ninguém. A única. A bela. A presente como ninguém, nas terras de Castelo Cernado. Que Comenda é população moderna. É a única no povoado... Que político da praça local, o nobre senhor querendo engraxar o sapatinho a alguém, a coloca, em espaço lá seu, sagrado, a coloca em http://www.cm-gaviao.pt em monumentos em concelho seu e de alguns...

Honra sim canto este o seu. Que honra sim ele também lho faça. Mas político da Câmara Municipal de Gavião não sabe a história sua, a desta Matriz , a bela.

O alto senhor e representante da autarquia de Gavião, não coloca em espaço seu, o ano da sua inauguração no século passado e quem a construiu...

Mas mais alguns elementos se lhe pedia. Mas os deixou abalar. Histórias algumas e engraçadas na construção desta matriz, a bela e a única como ninguém...

Que estrangeiro.
Amigo.
Correndo o mundo e passado nesta povoação...
Nesta campina alentejana. Como veio. De mãos vazias vai a abanar... 

Não se sabe é se o amigo vai contente e se depois volta.

Que este Partido Socialista do Gavião, este PS, só lhe dá imagens e não lhe dá o sumo da alma deste nobre e honrado seu povo e seu... E na campina é demais e é zero!

Jordano`s

A DA MARGEM

A freguesia de Margem é uma das cinco freguesias que forma o concelho de Gavião. É muito conhecida também pela freguesia de Vale de Gaviões. Muito boa gente a trata assim.

Esta freguesia é composta por dez povoações: Vale de Gaviões, Vale de Bordalo, São Bartolomeu, Vale da Vinha, Moinho do Torrão, Monte dos Pereiros, Monte Novo, Monte Velho, Vale da Madeira e Vale do Gato.

O Pinho Leal, no seu "Portugal Antigo e Moderno", "Margem é a palavra árabe marge. Significa, como em português, margem de um ribeiro; mas também quer dizer lugar abundante de ervas, fresco, ameno...".

Esta freguesia, a freguesia de Margem, ela não sendo vila, ela detém a categoria de vila.
A sua extensão é de 56,79 Km2.
Foi vila e sede de concelho até 1836.

Mas continuando...



E no andamento...

NÃO ENCONTRA O CASTRO

E o CASTELO(?), o vosso, mas onde está e fica?
Se o nome da vossa terra tem castelo, tem que ter um castelo. Mas onde fica?

Em " As Grandes Vias da Lusitânia: O Itinerário de Antonino ", Mário de Saa, ele diz, a vossa terra, ela nunca teve castelo (...), que castelo é por hipérbole.

Ora hipérbole, significa, "figura de estilo que consiste em engrandecer ou diminuir exageradamente a verdade das coisas".

Como fica?

A coisa lá...

Que querer chamar Castelo a um Castro, a dúvida em sua ignorância sempre fica e, mas sempre cita, o "Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses - do parente - General João de Almeida - 1948" :

"No cimo do outeiro, cota de 294 m., em que está edificada a antiga povoação de Castelo Sarnado, (aqui o autor também chama a vossa terra Sarnado - nota minha) situada a 3 km. da margem esquerda da ribeira da Cabeça Cimeira, na povoação da Comenda, a 4,2 km. da sua confluência com a ribeira de Braça e a 14,5 km. a sudeste da vila de Gavião, encontram-se ainda vestígios de uma fortaleza.(...), é de presumir que na sua origem tivesse consistido num castro lusitano da época do calcolítico. (...). "

E no livro também lá se encontra a respeito da Atalaia do concelho de gavião, no cap. III, pág. 138:


"No cimo do pequeno outeiro, cota de 275m, que se levanta no extremo sudoeste da povoação da Atalaia, situada a 5km a su-sudoeste da vila de Gavião, existem ligeiros vestígios de uma antiga construção Castrense.
Dada a sua situação e natureza e o facto de ali passar a via militar Romana que de Santarém prosseguia para Cáceres por Castelo de Vide e Aramenha, é de presumir que se trate de um Castro Lusitano da época do calcolítico,mais tarde aproveitado pelos Romanos, e transformado, segundo a sua técnica castrense,para guarda daquela estrada imperial.

Ao fim de tantos anos a lhe chamar castelo e não sabe até ao presente onde fica o seu castelo não deixa de ser um desleixo pela memória cerebral de um povo.

Não se lhe liga e continua a ligar nenhuma.

Coisas de uma freguesia de Comenda ou de também uma freguesia de Atalaia. Uma como a outra tão desprezada, ou que se vai suicidando a si própria. Enfim, ela sabe. Lá sabe o partido que comanda a vida deste povo no concelho de Gavião. Se acha que está bem assim deve continuar.

Inacreditável é esta contradição do ser humano e da política ou uma rosa ou um partido socialista que continua tão autista e narcisóide...

Só pode ser mesmo no concelho de Gavião, onde os políticos da praça, ao que parece, eles estiveram dois anos para colocar quatro árvores numa obra, talvez a sua obra prima a melhor, no mercado local da Comenda ou um legado municipal.


"Destruído o castelo Romano pelos Vândalos, teria sido reconstruída uma das torres, a qual serviria de atalaia durante as lutas da reconquista neo-goda e as lutas com Castela.


Durante as guerras da Restauração foi restaurado o castelo ou torre de atalaia e construída uma alta cerca amuralhada para refúgio dos habitantes das vizinhanças e seus gados contra as incursões e correrias dos Espanhóis."

É assim um bocado desta história local que ninguém lhe liga nenhuma. E vá se lá importar este PS do Gavião. Ou esta Câmara Municipal do Gavião.

Está quieto ou preto...


Jordano`s

A PORTA NÃO SE ABRIU MAIS

Adriano Raimundo Cardigos
Productor de cereais, vinho, azeite e cortiça
Correspondente do Banco de Portugal

R. Dr. Eusébio Leão e Av. José Marcelino
___________________________________

Agostino Marques Gracio
Médico
Rua Dr. Eusébio Leão
_____________________________

Cardigos, Chambel & C.ª Ldª
Estabelecimento de mercearias - Azeites - Adubos - Cereais -
- Fanqueiro - Cimento «Liz» - Produtos de Vacuum -
- Correspondentes do Banco de Portugal, Lisboa & Acores
Totta, Nacional Ultramarino, Espírito Santo,
Borges & Irmão - Porto e Seguros «Tagus»
Avenida José Marcelino
___________________________________________

Mateus de Matos Valério
Agente Bancário
Productor de Azeite, vinho e cortiça
Rua Dr. Ancelmo Patricio
___________________________________________

Manuel Francisco de Matos
Casa Comercial
Fanqueiro, Retrozeiro e Cereais
____________________________________

Raul Monico Machado
Estabelicimento de Mercearias,
Vinhos, Tabacos, Licores, Cervejas.
Refrigerantes

PENSÃO GAVIONENSE

DEPOSITARIO DA SHELL

Óleos, Gasolina e Petróleo
TELEFONE CABINE 2
_________________________________________

José António da Rosa
Mercearias, Salsicharia, Miudezas, Vinhos e Azeites
Comissões e Conta Própria
Depositário da Sociedade Africana de Pólvoras, Ldª
Correspondente da Companhia de Seguros
Maritimos - Ultramarina
_____________________________________________

Mario Semedo
Mercearias, Cereais e Legumes

Aluguer de Automóveis
e Carros Alentejanos

Padaria - Cinema
Rua Dr. Dias Calazans
_________________________________________

CASA PATRICIO
Productor de cereais, azeite, cortiça
Vinho e arroz com casca
_________________________________________

JOSÈ MARIA NUNES DE MOURA
Padaria Gavionense
Praça da Republica
__________________________________________________

MARIA CAPITOLINA DA SILVA TOMÉ
Azeite, Cortiça e Vinho
__________________________________________________

Oficina de Merceneiro
ANTONIO RODRIGUES M. PAQUETE
Encarrega-se de todo o trabalho concernente à sua arte
Vende chapa de vidro
_______________________________________________

Francisco Manuel Ventura
Estabelecimento de fazendas, ferragens,
Mercearias, Quinquilharias e louça
Deposito de tabacos e fosforos
_____________________________________

José Lucas
FAZENDAS, MERCEARIAS E MIUDEZAS
MÁQUINAS SINGER
Rua Dr.ANSELMO PATRICIO
_____________________________________________
FARMACIA PIMENTEL
PRODUTOS QUIMICOS E ESPECIALIDADES FERMACEUTICAS

PRAÇA DA REPUBLICA
_____________________________________________

ANTÓNIO DA ROSA JÚNIOR
FERRAGENS, TINTAS, VIDROS e ESTANQUEIRO
de POLVORAS DO ESTADO
RUA MANUEL MARQUES DE OLIVEIRA
______________________________________________

CASA REBELO
Productor de cereais, azeite, cortiça, vinho.
Madeiras de pinho e eucalipto, etc..
TELEFONE 3
_____________________________________


Mas o Blog achou assim uma certa graça.
A nostálgica, daqueles tempos... Qualquer coisa assim muito engraçada, a vida como era feita e vivida. Ficou com uma sensação grandiosa no seu peito. Em tempos passados a terra parece que era muito grandiosa e que tinha vida. O Blog a coisa a leva para os anos trinta. A fonte onde bebeu o ano não tinha. O Blog apenas sabe que se chama "Album Alentejano" de Pedro Moura....


Jordano´s

RAMIRO LEÃO


O grande empresário dos armazéns Lisboetas, Ramiro Leão.
Não com a precisão, o blog não gosta de deixar as coisas pela metade, não foi possível saber a do seu falecimento.
Tinha 77anos a sua partida para outras terras e paragens.
O blog leva o acontecimento para a década dos anos trinta e do século passado.
 Personagem muito ternurenta ao olhar o seu semblante, essencialmente o maior empreendorista do século passado e talvez do anterior na vila de Gavião.
Arquivos municipais muita  fechados e uma floresta muita muita virgem a ter um gosto a segredo de estado. Porta a ficar muita aberta a convidar o blog para um dia voltar ao tema e se queira ou não...

Jordano`s

2011 NA DO GAVIÃO

FREGUESIA DE GAVIÃO

ANOS ... POPULAÇÃO

1864 ... 1704

1878 ... 1799

1890 ... 2064

1900 ... 2040

1911 ... 2251

1920 ... 2483

1930 ... 2680

1940 ... 2931

1950 ... 3020

1960 ... 2801

1970 ... 1995

1981 ... 2021

1991 ... 2006

2001 ... 1814


E no ano corrente tivemos outra vez os Censos. No tocante a esta Vila de Gavião, os seus habitantes e a sua população foi:

População Residente Total   -   1626
População Residente Homens   -   778
População Residente Mulheres   -   848

Famílias   -   652
Alojamentos   -   1204
Edifícios   -   1046

Não está mal.

Mas não esquecer, esta Freguesia de Gavião é composta pelo Cadafaz, Amieira Cova e Degracia.

São quatro lugares.
Ao tirar três lugares, não se pode afirmar com a clareza profunda, esta sede do Concelho de Gavião, ela não fica muita próxima da Freguesia de Tolosa que é só uma terra e um só lugar.

Enfim, este país, que bate a uma velocidade ou duas ou três, ele, como está organizado, a justiça não é bem feita e não está sendo para todas o corresponder a uma verdade...

É bem verdade, não se sabe o que a TroiKa vai fazer com o mesmo.
Se calhar este Município de Gavião vai sobreviver e a cantar a boa vai ela.

O que se sabe, este Concelho de Gavião, estas terras entre 1991 e 2001, elas assistiram a um decréscimo populacional de 17,4%.
O maior entre os concelhos do distrito de Portalegre.

Mas diz o povo, um raio, nunca cai duas vezes no mesmo lugar.
Não é verdade.
O que não é verdade.

Entre 2001 e 2011, este Município de Gavião, este Concelho de Gavião pela segunda vez consecutiva e insistente, no distrito de Portalegre assiste outra vez a um decréscimo populacional de 15,18`%.

É a segunda vez que o raio cai no mesmo lugar.
Este concelho é outra vez o que perde mais população no distrito de Portalegre...

Não se comece a pensar diferente e depois se lhe tente tapar a boca.

Jordano`s

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A TOLOSA FALHOU MUITO

Mas que se passa, que se passa, ou o que se passou ? Esta coisa do bem bom e até os peixinhos gostarem, nesta sua Tolosa falhou. Na década de 2001 a 2011, ela perdeu 218 pessoas.  E em terras de Comenda ele não esperava estes números amargos e esta grande razia em terra esta. Pela primeira vez ele sentiu, esta sua graciosa Tolosa abaixo se foi em canetas suas e sentiu que ela perdeu a força de outros seus tempos gloriosos... Que ai marota assim não! O que era para ser na campina e terras de Comenda e Castelo Cernado o foi na ditosa vila de Tolosa. Apetece dizer que no mundo anda tudo trocado...

População Residente Total - 904
População Residente Homens - 432
População Residente Mulheres - 472

População Presente Total - 866
População Presente Homens - 413
População Presente Mulheres - 453

Famílias - 398
Alojamentos - 745
Edifícios - 735


Fonte: INE

Jordano`s

Censos da Freguesia de Gavião.


Camada: Freguesias de Gavião

Estes números conrrespondem só a Freguesia de Gavião, o outro publicado anterior assim, conrresponde ao Concelho de Gavião,.

sábado, 20 de agosto de 2011

A NO GAVIÃO

E agora, em espaço seu, http://aovelhanegra2011.blogspot.com/2011/08/, o blog "a Ovelha Negra", vem a reafirmar...

"...esta situação em que "quase" todos os funcionários foram "despromovidos", pois supostamente houve 1 erro de quem faz as classificações e as progressões na carreira.

Agora essas promoções que em altura própria deviam ter sido acauteladas, apenas 2 anos depois vêm dizer aos funcionários públicos que afinal houve 1 erro e têm de devolver o dinheiro. Incrível..."

Mas é mesmo incrível. A acreditar custa muito. Extraordinária ela é. Não se pode lá crer. O post mencionado a lembrar os restos de um partido socialista em um país no faz de conta ou uma rosa que diz que é tão linda e muito bela e formosa ou uma ave de rapina em cima de um penhasco com suas garras tão mesmo afiadas...

Custa a acreditar. Que tão extraordinária ela é. A lembrar uma filmologia de Walt Disney e a influência do seu cinema da vida social e mental deste concelho de Gavião... 

Um seguimento no  http://oratoqruge.blogspot.com/2011/07/voce-abusou-comeu-demais-abusou.html do "O Rato que Ruge...

"Há cerca de um ano atrás esta notícia passou de fininho pela imprensa diária, uns meses depois esta outra dava o alarme na região, mas por cá tudo continuou igual, assobiou-se para o lado como se não se passasse.

Parece que agora com a IGAL nos passos do concelho, o nosso edil já se reúne com os funcionários lamentando e para explicar que a culpa é do Governo ou da Troika, ou talvez de ambos, este blogger discorda a culpa é do edil, pois estando os aumentos na função pública congelados há uma série de anos, era impossível um outro desfeixo para a “trapaça“ do reposicionamento fictício de funcionários.

Agora vão ter de pagar o que indevidamente receberam (infelizmente serão todos cegamente penalizados). Ah, …"

Pois é...

"Vão ter que pagar o que indevidamente receberam".

Mas a coisa não é tão fácil assim. Passar de cavalo a burro é cair uma trovoada sempre e interminável. É um pouco de gente e auto-estima que se vai e parte para as calengas em um cinzento escuro. Uns vão cumprir facilmente. Que outros já não é muito bem assim.

E nesta vez um escândalo veio para a rua e não ficou abafado como se consta nos dois posts chamados solenemente...

Jordano`s

2011 CENSOS NO GAVIÃO

Freguesia de Comenda

População Residente Total   -   889
População Residente Homens   -   419
População Residente Mulheres   -   470

População Presente Total   -   861
População Presente Homens   -   403
População Presente Mulheres   -   458

Famílias   -   369
Alojamentos   -   746
Edifícíos   -   741

Freguesia de Atalaia

População Residente Total   -   138
População Residente Homens   -   61
População Residente Mulheres   -   77

População Presente Total   -   138
População Presente Homens   -   61
População Presente Mulheres   -   77

Famílias   -   65
Alojamentos   -   168
Edifícios   -   168

Freguesia de Margem

População Residente Total   -   814
População Residente Homens   -   404
População Residente Mulheres   -   410


População Presente Total   -   810
População Presente Homens   -   401
População Presente Mulheres   -   409


Famílias   -   353
Alojamentos   -   613
Edifícios   -   609

Freguesia de Belver

População Residente Total   -   678
População Residente Homens   -   298
População Residente Mulheres   -   380


População Presente Total   -   667
População Presente Homens   -   292
População Presente Mulheres   -   375


Famílias   -   342
Alojamentos   -   868
Edifícios   -   863

Fonte : INE

A campina o surprendeu. O surpreendeu na espera. O resultado lhe causa uma admiração. Tem fama de bom. Fica contente por ela. Mas não o abona. A da Margem no meio. Belver uma banhada muita grande. Muito mimada e acarinhada e o Tejo não a salvou...
~
Não foi possível apanhar o Gavião. A do Gavião. Este coração. Não sabe se ainda bate no peito dela. Da rapina. Da ave de rapina. Não sabe se ela não partiu já para a poeira. Para o pó. Para o cavalo. Ou uma rosa que deixa uma terra sem valor. Tempestade de areia. Um deserto. E que deserto...

Jordano`s

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

NÃO LIGA O GAVIÃO

Mas ela aproxima-se. Mas ela se está chegando. A grandiosa Festa da campina. Lá no cimo do planalto onde o mundo é plano. A religiosa e a pagã.

Já não é bem Setembro.
Que já não é Setembro. O vivo. O da alma deste povo.
Ela já não é primeira.

Mata lá o Sol com a peneira. O inglês já lá a não está vendo.

Dá-lhe a migalha. 
Sim! Lha dá... Lhe dá uma migalha. Pró pardalinho ou prá pardala... Mas onde está? Onde está ela?  Estas festas da Comenda.

Que diz que apoia a cultura. Do povo e para o povo. Mas ainda não é este ano que a Câmara Municipal de Gavião vai assumir as despesas com publicidade - ao menos - com (spots de rádio e cartazes) em Festa em Honra da Nossa Senhora das Necessidades, nas terra da Comenda ou do Castelo Cernado. Ao menos que não lhe deia umas estrelas a brilhar até de madrugada. Mas lhe podia dar a defesa de um turismo religoso...

Chiça! É mesmo um abandono total com a cultura castelense na campina. E estas terras a irem para a sepultura ou pró caralho - se não o já foram...


Jordano`s