quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A CAPELA DE VILAR DA MÓ

De traça seiscentista, é um imóvel de pequenas dimensões, sóbrio, sem mais ornamentos do que o campanário que se ergue na frontaria. É dedicada a S. João Evangelista.

Nos anos quarenta, na sequência das obras de restauro, foram encontradas duas aras: uma sem referir a divindade, e a outra dedicada ao deus Banda Picius. Este facto originou a hipótese da capela se erguer sobre um local de culto muito mais remoto, que foi assim cristanizado.


Mais uma vez os marotos, o Rogério Pires Carvalho e João Luís Carvalho, lhe estiveram a chatear a cabeça, para ele acabar o registo da sua "Contribuição para a carta arqueológica da freguesia de Belver".

Na sua pequena conversa lhe estiveram dizendo "Este trabalho não pretende ser um estudo completo e exaustivo, muito longe disso, mais não é do que um acervo das informações de que presentemente dispomos e que representam um ano de investigação e trabalho.


Só o estudo das diferentes estações arqueológicas, aqui referidas, poderá adiantar novos elementos para um melhor conhecimento do passado desta região, de profundos contrastes que é afinal o Tejo.


Integrada nesta área geográfica, a freguesia de Belver regista níveis de povoamento mais ou menos intensos, evidenciando estratégias de ocupações diferenciadas e diferentes, consoante as diferentes épocas a que se reportam.

Para preservar estes registos, que ignorância ou incúrias por vezes irremediavelmente detroem, julgamos ser urgente um trabalho sistemático e criterioso, tendente à elaboração de uma Carta Arqueológica local."


Mas carta, linda carta a sua, lhe trazei boas notícias da sua amada, e, mas onde anda ela que deve de andar desvairada...


Que marota, se esqueceu. Esqueceu, não corresponde a um amor tão ardente a ela. Que apoia a cultura. Só lhe dá o sabão... Ou lá o chá das cinco. O chá não tem bolinho...

Jordano`s

Nenhum comentário:

Postar um comentário