segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DISTRITO DE PORTALEGRE ESTÀ FICANDO MAGRO

A 16/11/2011, o jornal Alto Alentejo, sua pág. 2, diz que a população de Tolosa encheu o edifício da Casa do Povo, dando corpo a um grande protesto.
O blogue “Escrito no Gavião” não se encontrava lá.

Olhando ele para a fotografia lá colocada, a sensação lhe fica em terras da Comenda ao lado seu, o grande Salão da graciosa Tolosa o mesmo pelas costuras rebenta, e ela, a Tolosa, ela disse mais que não e a até a dizer que já chega em terra sua e a negar um adeus ao passado seu e povo, ela lhe bateu com o pé e lhe diz que não em uma união total que não é vista na zona ou se calhar em este Alentejo a ficar tão despido em uma natureza morta e tão deserto e a aumentar cada vez mais de ano para ano.
Fogo lá uma chiba que não é branca nem preta, se calhar a tipa terra é de um cinzento carregado com uns flocos de um preto mais que muita negro e o astro rei realeza Sol, o maroto parece que foi para outras bandas e os seus raios luminosos não a trespassa pois a ela não a lhe acha o seu devido encanto…

Mas voltando e entrando ao referido semanário, o Alto Alentejo, ele continua e diz que no mesmo, Ana Fortunato, leu um documento redigido pela Junta e que será enviado à Câmara e Assembleia Municipal de Nisa, à ANAFRE, ao Governo e à Assembleia da Republica, e o blogue, “Alentejo no Norte” o transcreve com todo o orgulho: 
«A nossa freguesia orgulha-se de ter uma taxa de desemprego muito perto de zero. Emprega não só, os naturais da Freguesia como também emigrantes e população das freguesias vizinhas.

Ao nível do concelho somos a freguesia que mais contribui em termos de impostos, temos uma dinâmica económica de excepção», refere o documento – assim transcreve o referido jornal – que lista ainda «o papel preponderante da Junta», principalmente no apoio que presta à população, associações, empresas e instituições.
Ainda de acordo com o documento lido por Ana Fortunato, a Junta de Freguesia «esmera-se por prestar um serviço público de alta qualidade, quer seja no período de expediente, ou fora deste. Qualquer elemento da Junta, seja do seu executivo, ou mesmo no que se refere ao pessoal administrativo, dá apoio a qualquer nível, a qualquer pessoa que necessite, seja qual for o assunto.

Aquilo que a Junta faz é prestar um serviço público, um serviço de humanidade.
A Junta é o parente adaptado, por parte dos residentes, que por força das circunstâncias da vida, não têm presentes na freguesia familiares, que os possam apoiar nestes pequenos afazeres do dia-a-dia».

Lembrando que a verba despendida no Orçamento de Estado para as freguesias é 0,1 por cento, a autarquia, na missiva que redigiu, defende ainda que é 100 por cento indispensável aos tolosanos.
No final da missiva – o jornal Alto Alentejo termina a notícia – pode ler-se ainda que, embora os habitantes de Tolosa sejam apelidados de cucos, não querem «pôr os ovos no ninho dos outros e apenas no nosso» e que, por essa razão, a Junta de Freguesia «é para manter hoje e sempre.»

Confessa quem aqui vem postando que gostou muito.
Não sabe se por a edil em funções na Câmara de Nisa ela estar presente, ela estar com o seu povo e no meio do seu povo - ele assim vos diga - que isto de ser presidente de Câmara Municipal muitas vezes se esquecem – alguns -  que existem outras freguesias, para lá da sede do concelho, ou uma mobilização muito conseguida ou lá as duas situações que olhando a referida fotografia este blogue muito gostou e lhe entrou assim muita também em o gosto o seu com um sabor a novidade a lhe encher o peito e parece que voou…

Olhando a de Alagoa, que também já se começou a se movimentar, o assunto parece que não teve a mesma adesão por parte da sua população e por alguém de direito – pelo menos a esta terra de Comenda ainda não se apanhou nada ou que conste o contrário – e a de Gáfete parece que continua numa grande zona de conforto e até agora não diz nada a cavaco.
A de Monte da Pedra, ontem teve um plenário com o seu presidente da Câmara Municipal do Crato. Ao que consta, a dita vai fazer um abaixo-assinado – ou pensa o blogue em opinião sua, apenas um referendo - para decidir onde vai ser incorporada e fundida.

Se calhar, este edil, o do Crato, ele também já esteve na de Gáfete, pois a mesma também lhe pertence. É este concelho com o de Nisa, os que saiem mais afectados com a perda de freguesias no distrito de Portalegre.
Um vizinho a viver no Monte da Pedra diz que a de Gáfete não acaba. Mas o jornal Alto Alentejo diz que acaba… Não se sabe meu amigos, o abaixo-assinado ou seja lá o referendo, a opinião do vizinho, aqui no triângulo da campina, em terras da Comenda, é para se saber onde fica a pertencer esta Monte da Pedra, se a Aldeia da Mata ou se a esta de Gáfete.

A esta Tolosa, a esta graciosa Tolosa, espera-se que fique e continue de pedra e cal. Uma terra com a pujança económica que tem, a sua força, um passado que no seu foral os homens parece que eram dados como livres, ao ser obrigada a ser desmembrada, a lei parece que não é justa e não foi assim muito bem feita a coisa..
Vai a ANAFRE fazer o seu Congresso de Freguesias do distrito de Portalegre em finais de Janeiro do próximo ano.

Este blogue desde já, lhe deseja desde já muito boa sorte e muito um bom sucesso muita grande.
Espera-se, todas elas, as que formam o distrito de Portalegre, elas estejam presentes, todas estas freguesias aqui de Portalegre. É que este último Congresso que realizou, metade das freguesias é que compareceu ao mesmo e a uma chamada da ANAFRE, em Portalegre, e foi no II Congresso.

Não se sabe se todas vão comparecer.
Não se sabe quais as deliberações que o mesmo vai tomar. Numa primeira opinião, o Congresso devia ser realizado mais cedo. Está muito em cima do prazo que é dado pelo Governo.

Espera-se que saia uma solidariedade entre ambas e uma luta por todas e por todos os municípios deste distrito, e não só vinte e duas em oitenta e seis ou sete concelhos em quinze. A luta certamente que é de todos e não só quem tem os problemas em casa, na defesa deste Alentejo se vos diga…
E depois que se lhe diga que é uma política de proximidade e que a culpa é da nobre Lisboa.

É este distrito de Portalegre e o de Bragança, a desaparecer do mapa do meu país…

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